domingo, 29 de abril de 2012

Para você professor



O primeiro passo para contextualizar a matemática escolar é conhecer o contexto, o saber matemático do nosso aluno. O segundo passo é partir deste conhecimento, valorizando a bagagem de conhecimento de que o aluno já dispõe para, então, ampliar o mesmo. Respeitando este conhecimento, o professor desenvolve uma relação, um vínculo de cumplicidade com seu aluno que facilitara a construção de conhecimentos significativos, a educação para o saber e o saber fazer.
É fácil perceber a aplicação quase imediata de assuntos como porcentagem e calculo de juros na economia, por exemplo, ou da trigonometria, sempre presente e de aplicação direta na engenharia. Assim:
·         A matemática está presente em nossas vidas desde uma simples contagem ou um simples troco até o seu uso em complexos computadores;
·         Falar de matemática para um viver mais autônomo implica percebê-la como ferramenta para coordenar ideias, para dar consistência e argumentos, para alimentar duvidas, pois os números não falam por si;
·         Necessitamos da matemática com instrumento intelectual para interrogarmos a realidade;

Superamos as dificuldades, herdadas da matemática tradicional quando ousamos encarar nossos medos, inovarmos através de diversos materiais, práticas e contextos coerentes e construirmos, no dia-a-dia, conceitos matemáticos concretos, significativos e contextualizados para nos mesmos e para nossos alunos.
Sabemos que essa realidade não será construída do dia para a noite. Podemos afirmar que acontecera, efetivamente, a partir de uma nova postura pedagógica que tenha como ponto de partida o respeito à individualidade sociocultural de cada aluno, passando por uma relação dialógica até chegar a alcançar uma visão de mundo mais ampla.

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