quarta-feira, 25 de abril de 2012

Matemática: aprendendo através do cotidiano



Matemática: aprendendo através do cotidiano
A matemática tem que ser percebida como um objeto sobre o qual se pode atuar, inventar, mudar. Infelizmente, na escola básica, o objetivo da matemática é decorar fórmulas, números e tabuada, os resultados matemáticos têm que ser sempre únicos e definitivos, fazendo com que na escola, ensinem a futuros professores a detestar a matemática, depois, esses professores voltam a escola para ensinar outra geração á detestá-la.
A matemática escolar deveria ser um instrumento para tornar a matemática acessível a um número crescente de pessoas. Contudo, em nosso cotidiano é denunciado cada vez mais e por meio das mais diferentes formas o analfabetismo matemático.
Os conceitos matemáticos fazem parte do nosso dia-a-dia. Planejar o orçamento familiar, ir ao supermercado, fazer uma compra parcelada, construir um cômodo a mais em casa, tudo isso envolve cálculos. Essa proximidade da matemática ao nosso cotidiano, no entanto, nem sempre é percebida na escola. E a disciplina acaba gerando medo e sendo alvo de rejeição.
O dia-a-dia abriga em seu interior muitas vidas, que se anunciam das mais surpreendentes e diversas linguagens. Quando falamos da matemática no cotidiano, as preocupações não têm a ver com matemática escolar. Assim, os não matemáticos precisam ter acesso ao espírito da matemática do nosso tempo. Os professores podem fazer isso, por exemplo, os alunos identificam a presença dos números no dia-a-dia, reconhecendo sua utilidade. Eles estão presentes na numeração das casas, nas placas dos carros e em diversas outras situações, em que servem para orientar as pessoas e ordenar o mundo.

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